77% das famílias portuguesas têm dificuldades em pagar as contas do dia-a-dia e 7% vivem em situação de pobreza. As conclusões são da Deco Proteste, que está a apresentar hoje o barómetro que lançou para medir o nível de vida dos portugueses.
Este barómetro surge na sequência da celebração do dia do consumidor (esta sexta-feira, 15 de março). A associação de defesa do consumir avaliou o nível de vida das famílias portuguesas "com base na facilidade que estas têm (ou não) em fazer face a seis grandes conjuntos de despesas: habitação, saúde, alimentação, educação, mobilidade e tempos livres".
Entre os quase 2 mil inquiridos, apenas 23% admitem viver com conforto. O índice do barómetro situou-se em 44,5 pontos, ou seja, no intervalo de dificuldades financeiras (entre 29,7 e 51,8 pontos).
Rita Rodrigues, relações institucionais da Deco, diz que as "conclusões são preocupantes" e mostram que a "classe média que empobreceu no período da troika (…) não conseguiu recuperar".
"O nosso Barómetro mostra-nos um Portugal de contrastes: o País melhora nos indicadores económicos, mas as famílias enfrentam muitos constrangimentos na gestão diária" e "as perspetivas para o futuro também não são animadoras", diz Rita Rodrigues, citada pela revista Deco Proteste.
No que diz respeito ao tipo de despesa do dia-a-dia, mais de metade dos portugueses (55%) tem dificuldades em suportar os encargos com a manutenção da casa. Veja em baixo os dados repartidos por categoria.


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77% das famílias portuguesas têm dificuldades em pagar as contas do dia-a-dia e 7% vivem em situação de pobreza. As conclusões são da Deco Proteste, que está a apresentar hoje o barómetro que lançou para medir o nível de vida dos portugueses.
Este barómetro surge na sequência da celebração do dia do consumidor (esta sexta-feira, 15 de março). A associação de defesa do consumir avaliou o nível de vida das famílias portuguesas "com base na facilidade que estas têm (ou não) em fazer face a seis grandes conjuntos de despesas: habitação, saúde, alimentação, educação, mobilidade e tempos livres".
Entre os quase 2 mil inquiridos, apenas 23% admitem viver com conforto. O índice do barómetro situou-se em 44,5 pontos, ou seja, no intervalo de dificuldades financeiras (entre 29,7 e 51,8 pontos).
Rita Rodrigues, relações institucionais da Deco, diz que as "conclusões são preocupantes" e mostram que a "classe média que empobreceu no período da troika (…) não conseguiu recuperar".
"O nosso Barómetro mostra-nos um Portugal de contrastes: o País melhora nos indicadores económicos, mas as famílias enfrentam muitos constrangimentos na gestão diária" e "as perspetivas para o futuro também não são animadoras", diz Rita Rodrigues, citada pela revista Deco Proteste.
No que diz respeito ao tipo de despesa do dia-a-dia, mais de metade dos portugueses (55%) tem dificuldades em suportar os encargos com a manutenção da casa. Veja em baixo os dados repartidos por categoria.

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