Política Eleições na Madeira: PSD deverá perder maioria absoluta

Eleições na Madeira: PSD deverá perder maioria absoluta

A sondagem realizada à boca das urnas pela Católica e divulgada pela RTP aponta para uma grande subida do PS, que poderá triplicar face às últimas eleições. CDS sofre queda significativa e passa a terceira força política. CDU e BE também deverão ter perdido votos e deputados.
Eleições na Madeira: PSD deverá perder maioria absoluta
Lusa
Manuel Esteves 22 de setembro de 2019 às 19:01
O PSD deverá perder a maioria absoluta na Assembleia Legislativa da Madeira, de acordo com as indicações da sondagem da Católica e os resultados já apurados.

Numa altura em que estão apuradas 48 de 54 freguesias (21:30), o PS segue com 41,79% (9 deputados eleitos) dos votos e o PS com 35,42% (oito deputados eleitos). O CDS surge em terceiro lugar, com 5,96% e o JPP com 4,29%, sendo que ambos os partidos seguem com um deputado eleito. Bloco de Esquerda (1,6%) e PCP/PEV (1,48% ainda não têm nenhum mandato).


De acordo com a sondagem realizada à boca das urnas pela Católica, e divulgada pela RTP, o PSD deverá obter entre 37% e 41% dos votos dos madeirenses, elegendo entre 19 e 23 deputados. Para ter maioria absoluta, precisaria de ter pelo menos 24 deputados, que foi o que conseguiu eleger há quatro anos. 

Já o PS surge em segundo lugar, com uma votação muito expressiva e muito próxima do PSD. Segundo a mesma sondagem, os socialistas liderados por Paulo Cafofo terão recebido 34% a 38% dos votos, o que permitiria eleger entre 17 e 21 deputados. Se os números da Católica estiverem corretos, o PS triplica a sua votação face às últimas eleições. Nos limites dos intervalos, é possível, embora improvável, que o PS possa vencer as eleições. 

O CDS, pelo contrário, regista uma queda muito significativa. Se em 2015 o CDS teve 13,7% dos votos, agora deverá obter entre 5% e 7%, elegendo entre dois e três deputados.

Também a CDU e o Bloco de Esquerda deverão ter resultados desapontantes, entre 1% e 3%, elegendo no máximo um deputado. 

Finalmente, o Juntos pelo Povo, partido fundado em 2015, terá conseguido o quarto lugar, com 3% a 5% dos votos e um a dois deputados. A confirmar-se, representaria uma quebra para metade dos votos obtidos há quatro anos, quando elegeram cinco deputados. 


(Notícia em atualização)



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