"O pré-aviso abrange todos os trabalhadores da administração pública nos dias 14 e 15 de fevereiro", afirmou ao Negócios o secretário-geral da Fesap, depois de ter divulgado um comunicado sobre o assunto.
"O pré-aviso para dia 14 tem como objetivo criar as condições para que os trabalhadores que queiram deslocar-se à concentração de dirigentes, delegados e ativistas no Ministério das Finanças o possam fazer", acrescentou.
Nessa concentração será entregue uma carta dirigida ao ministro das Finanças, Mário Centeno, a propósito de "uma grande jornada de luta que pretende inverter a trajetória de perda de poder de compra, levando o Governo a abandonar a política de baixos salários, enveredando por políticas de emprego que valorizem e dignifiquem os salários e as carreiras de todos os trabalhadores".
À cabeça da lista de reivindicações com 14 pontos estão aumentos salariais "para todos os trabalhadores" – já depois de o Governo ter decidido concentrá-los nos salários mais baixos e por vezes em alternativa ao efeito das progressões – a atualização do subsídio de refeição e das ajudas de custo, ou a contagem "de todos os pontos e de todo o tempo de serviço de todos os trabalhadores para efeitos de progressão nas carreiras".
A greve de dia 15 de Fevereiro é convocada pelas estruturas da CGTP (frente Comum) e da UGT (Fesap).
Notícia atualizada às 16h48 com mais informação.

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"O pré-aviso abrange todos os trabalhadores da administração pública nos dias 14 e 15 de fevereiro", afirmou ao Negócios o secretário-geral da Fesap, depois de ter divulgado um comunicado sobre o assunto.
"O pré-aviso para dia 14 tem como objetivo criar as condições para que os trabalhadores que queiram deslocar-se à concentração de dirigentes, delegados e ativistas no Ministério das Finanças o possam fazer", acrescentou.
Nessa concentração será entregue uma carta dirigida ao ministro das Finanças, Mário Centeno, a propósito de "uma grande jornada de luta que pretende inverter a trajetória de perda de poder de compra, levando o Governo a abandonar a política de baixos salários, enveredando por políticas de emprego que valorizem e dignifiquem os salários e as carreiras de todos os trabalhadores".
À cabeça da lista de reivindicações com 14 pontos estão aumentos salariais "para todos os trabalhadores" – já depois de o Governo ter decidido concentrá-los nos salários mais baixos e por vezes em alternativa ao efeito das progressões – a atualização do subsídio de refeição e das ajudas de custo, ou a contagem "de todos os pontos e de todo o tempo de serviço de todos os trabalhadores para efeitos de progressão nas carreiras".
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