A Segurança Social recuperou 644,4 milhões de euros em dívida através de cobrança coerciva no ano passado, uma subida de 6,5% face ao ano anterior e o valor mais elevado dos últimos cinco anos.
Os dados apresentados pelo Governo em concertação social, que abrangem os últimos sete anos, indicam que o montante arrecadado só foi superior em 2013, graças ao Regime Excecional de Regularização de Dívidas (RERD), que garantiu aos devedores condições especiais.
Em 2016, quando o Governo avançou para o Programa Especial de Redução do Endividamento ao Estado (PERES) o montante arrecadado ficou em linha com o que é apresentado para o ano passado.
A dívida "ativa" situou-se no ano passado nos 2,4 mil milhões de euros, numa quebra de 8% em termos homólogos, para o valor mais baixo em pelo menos sete anos.
Os dados apresentados há um mês por Vieira da Silva, no Parlamento, revelaram que as contribuições aumentaram 7,6% em 2018, num acréscimo de cerca de 1,2 mil milhões de euros.
Indicou na altura o ministro que o aumento de 7,6% nas contribuições é essencialmente explicado pelo aumento do emprego (729 milhões de euros), de remunerações (404 milhões de euros) e de "eficiência" (59 milhões), o que, como o Negócios referiu na altura, poderá estar relacionado com a cobrança de dívidas em atraso.

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A Segurança Social recuperou 644,4 milhões de euros em dívida através de cobrança coerciva no ano passado, uma subida de 6,5% face ao ano anterior e o valor mais elevado dos últimos cinco anos.
Os dados apresentados pelo Governo em concertação social, que abrangem os últimos sete anos, indicam que o montante arrecadado só foi superior em 2013, graças ao Regime Excecional de Regularização de Dívidas (RERD), que garantiu aos devedores condições especiais.
Em 2016, quando o Governo avançou para o Programa Especial de Redução do Endividamento ao Estado (PERES) o montante arrecadado ficou em linha com o que é apresentado para o ano passado.
A dívida "ativa" situou-se no ano passado nos 2,4 mil milhões de euros, numa quebra de 8% em termos homólogos, para o valor mais baixo em pelo menos sete anos.
Os dados apresentados há um mês por Vieira da Silva, no Parlamento, revelaram que as contribuições aumentaram 7,6% em 2018, num acréscimo de cerca de 1,2 mil milhões de euros.
Indicou na altura o ministro que o aumento de 7,6% nas contribuições é essencialmente explicado pelo aumento do emprego (729 milhões de euros), de remunerações (404 milhões de euros) e de "eficiência" (59 milhões), o que, como o Negócios referiu na altura, poderá estar relacionado com a cobrança de dívidas em atraso.

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