A União Europeia vai mesmo deixar cair o chamado "imposto Google", depois de os ministros das Finanças da União Europeia não terem chegado a um acordo sobre esta questão. Era, aliás, um cenário já antecipado, uma vez que Irlanda, Suécia, Finlândia e Dinamarca se têm oposto à proposta. Até a Alemanha já tinha demonstrado algum ceticismo.
Em causa estava a aplicação direta de uma taxa provisória de 3% sobre as receitas de empresas como a Alphabet (dona do Google) ou o Facebook no espaço publicitário, atividades intermediárias e na venda de dados privados, com a qual se estimava uma receita fiscal de 4,7 mil milhões de euros a nível europeu.
Contudo, na reunião do Ecofin não houve consenso, o que dita o fim deste caminho. "Lamento que não haja acordo sobre o texto de compromisso", afirmou o ministro das Finanças da Roménia, Eugen Teodorovici, cujo país preside o Conselho Europeu até junho.
Pierre Moscovici, comissário europeu para os Assuntos Económicos considera ser "uma oportunidade perdida", mas realçou que o imposto "não está morto". Ainda assim, a Comissão Europeia vai retirar a sua proposta para taxar os serviços digitais.
Antecipando-se a este "chumbo", alguns países decidiram avançar com um imposto sobre estas empresas ao nível nacional, como é o caso de França, Itália e Espanha. O governo francês confirmou que o país vai implementar um imposto, que poderá ascender a 5% das receitas. Esta medida deverá entrar em vigor em janeiro de 2020, e permitir um encaixe de cerca de 500 milhões de euros.

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A União Europeia vai mesmo deixar cair o chamado "imposto Google", depois de os ministros das Finanças da União Europeia não terem chegado a um acordo sobre esta questão. Era, aliás, um cenário já antecipado, uma vez que Irlanda, Suécia, Finlândia e Dinamarca se têm oposto à proposta. Até a Alemanha já tinha demonstrado algum ceticismo.
Em causa estava a aplicação direta de uma taxa provisória de 3% sobre as receitas de empresas como a Alphabet (dona do Google) ou o Facebook no espaço publicitário, atividades intermediárias e na venda de dados privados, com a qual se estimava uma receita fiscal de 4,7 mil milhões de euros a nível europeu.
Contudo, na reunião do Ecofin não houve consenso, o que dita o fim deste caminho. "Lamento que não haja acordo sobre o texto de compromisso", afirmou o ministro das Finanças da Roménia, Eugen Teodorovici, cujo país preside o Conselho Europeu até junho.
Pierre Moscovici, comissário europeu para os Assuntos Económicos considera ser "uma oportunidade perdida", mas realçou que o imposto "não está morto". Ainda assim, a Comissão Europeia vai retirar a sua proposta para taxar os serviços digitais.
Antecipando-se a este "chumbo", alguns países decidiram avançar com um imposto sobre estas empresas ao nível nacional, como é o caso de França, Itália e Espanha. O governo francês confirmou que o país vai implementar um imposto, que poderá ascender a 5% das receitas. Esta medida deverá entrar em vigor em janeiro de 2020, e permitir um encaixe de cerca de 500 milhões de euros.

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