Semana vermelha na Europa e EUA
As bolsas europeias registaram a primeira queda semanal desde o início de abril, numa semana em que nem um pacote de ajuda de 540 mil milhões de euros – aprovado pelos líderes dos países da União Europeia para amortecer o impacto da pandemia – ajudou a mudar o sentimento dos investidores, uma vez que os seus moldes ainda não estão finalizados.
Além disso, nos EUA o mercado de trabalho continua fortemente pressionado – desde o início do confinamento, há quatro semanas, já hoube 26 milhões de novos pedidos de subsídio de desemprego – e na Alemanha a confiança dos empresários caiu para mínimos de sempre.
O abrandamento na propagação do coronavírus e o aliviar de medidas de restrição por parte de alguns países trouxeram algum otimismo, mas não o suficiente para um saldo semanal positivo.
Já o petróleo registou a terceira semana consecutiva de perdas, continuando a ser penalizado pela forte diminuição da procura. E isto depois de o WTI arrancar a semana em território nunca antes visto, ao negociar a preços negativos.

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