Bolsa Disparo de mais de 3% do BCP impulsiona bolsa nacional

Disparo de mais de 3% do BCP impulsiona bolsa nacional

A boa prestação do BCP conduziu a uma boa prestação da praça portuguesa, numa sessão que fechou de forma positiva para a Europa, após os comentários de Donald Trump sobre as negociações com a China.
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Gonçalo Almeida 12 de dezembro de 2019 às 16:43
A praça portuguesa fechou a sessão desta quinta-feira, dia 12 de dezembro, de forma positiva, apoiada sobretudo pelo Banco Comercial Português. No entanto, a contribuir para este segundo desfecho positivo consecutivo estiveram também outras quinze cotadas, que beneficiaram da onda positiva na Europa para valorizar. 

A alimentar este sentimento positivo nas bolsas europeias esteve um "tweet" do presidente dos Estados Unidos, que disse que Washington e Pequim estariam muito próximos de chegar a um entendimento para selarem a primeira fase do acordo comercial parcial entre os dois lados. 

Hoje, esteve também em evidência a primeira reunião do Banco Central Europeu (BCE), com Christine Lagarde como presidente, que fez questão de pedir para não haver comparações com os anteriores presidentes da instituição. O banco central optou por manter os juros em mínimos históricos, mas reafirmou a implementação do novo pacote de estímulos que já está em vigor. 

Por cá, o fecho de sessão acompanhou o ritmo europeu e o índice PSI-20 valorizou 0,90% para os 5.195,54 pontos, apoiado sobretudo pelo Banco Comercial Português, que disparou 3,28% para os 19,83 cêntimos por ação. O banco liderado por Miguel Maya acompanha a tendência do setor bancário na Europa que ganha 2,52% e lidera os ganhos setoriais na região.

Em destaque esteve também a petrolífera Galp, que escalou 1,23% para os 14,45 euros por ação, num dia em que o preço do petróleo Brent, que serve de referência para Portugal, valoriza 0,97% para os 64,34 dólares por barril, impulsionado também pelo "tweet" de Donald Trump.  

A beneficiar com a boa prestação dos preços do petróleo está também a Mota-Engil, que hoje ganhou 1,38% para os 1,84 euros por ação. A construtora portuguesa tem uma carteira de negócios em vários mercados emergentes dependentes do petróleo e, por norma, quando os preços da matéria-prima sobem de forma expressiva, tende a ganhar.

Em contraciclo, esteve a EDP com uma perda de 0,24% para os 3,704 euros por ação e os CTT, que perderam 0,24% para os 3,276 euros.  



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