
Um dos catalisadores para este desfecho foi a relutância do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, em responder de forma assertiva ao impacto que o coronavírus está a ter na economia em todo o mundo. A líder da instituição europeia defraudou as expectativas dos mercados e optou por não cortar mais as taxas de juros dos depósitos, que já se encontram num patamar negativo (-0,50%).
Apesar disso, Lagarde anunciou um pacote de estímulos temporário. As principais medidas consistem no financiamento barato para manter a liquidez no sistema financeiro e mais compras de ativos ('quantitative easing'), mas as taxas de juro diretoras ficam inalteradas.

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