"Para fazer face às necessidades de financiamento decorrentes da execução do Orçamento do Estado, incluindo os serviços e fundos dotados de autonomia administrativa e financeira, o Governo fica autorizado a aumentar o endividamento líquido global direto até ao montante máximo de 20 mil milhões de euros", adianta o relatório do orçamento suplementar entregue esta terça-feira. Apesar do maior esforço de endividamento, o ministro das Finanças garantiu que o financiamento da República tem decorrido sem problemas, apontando o "comportamento exemplar das taxas de juro".
Para mostrar que a República tem conseguido assegurar o financiamento da dívida sem problemas, Mário Centeno lembrou que Portugal tem agendada para a próxima semana a amortização de uma linha de obrigações do tesouro de grande dimensão, de 7.900 milhões de euros, um "valor enormíssimo", mas que o país já tem para fazer esse pagamento.
Estas declarações surgem na véspera do país ir ao mercado. Portugal vai emitir entre 1.250 e 1.500 milhões de euros em obrigações com maturidade a seis e a 10 anos.

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