Ensino Superior 2019 Estudar além-fronteiras com o Erasmus+

Estudar além-fronteiras com o Erasmus+

Terminou os estudos em Portugal, mas quer complementar a formação superior no estrangeiro? A oferta é variada e os apoios também.
Estudar além-fronteiras com o Erasmus+

Realizar uma época de estudos numa qualquer instituição de ensino superior estrangeira poderá ter várias vantagens; mais ainda se a candidatura for feita a partir da universidade ou instituto no qual está já a estudar.


A verdade é que a larga maioria das instituições portuguesas garante acordos com congéneres no estrangeiro que permitem e facilitam o intercâmbio de estudantes por determinados períodos. Assim sendo, todo o processo de candidatura, inscrição e acolhimento na instituição além-fronteiras acaba por se tornar mais fácil ao mesmo tempo que se garante também o imediato reconhecimento académico.

 

 

E, não sendo propriamente algo de novo, esta é uma hipótese que começa a ganhar cada vez mais adeptos entre os jovens estudantes universitários que procuram novos desafios e uma maior valorização da sua formação (e futura carreira profissional) numa unidade de ensino internacional.

 

 

Erasmus+: uma ajuda europeia

 

 

Além das diferentes ofertas disponíveis nas várias instituições de ensino nacionais, existem ainda outros programas de apoio ao estudo fora de portas.

 

 

Um dos mais conhecidos será, sem dúvida nenhuma, o programa Erasmus+ (que dá seguimento ao anterior Erasmus, o mais popular programa de intercâmbio de estudantes na Europa). Trata-se de uma ação da União Europeia, com um orçamento de 14,7 milhões de euros. O objetivo é proporcionar a mais de 4 milhões de estudantes europeus oportunidades de formação, aquisição de experiência e voluntariado no estrangeiro.

 

 

Ao abrigo do programa Erasmus+ os alunos asseguram a possibilidade de receber financiamento para a estadia, embora nem todos possam vir a ser contemplados com esta bolsa de mobilidade.

 

 

Na escolha do país para fazer Erasmus+ deverá ser tido sempre em conta o critério da qualidade, ou seja, a universidade que oferece melhores referências na área específica em que se vai estudar. É igualmente importante ter em linha de conta os protocolos que a universidade que o aluno frequenta em Portugal estabeleceu, as vagas disponíveis no ano letivo em causa, as classificações do aluno e o orçamento familiar disponível.


Aprofundar conhecimentos


São vários os alunos que vão para o estrangeiro apenas com o intuito de aprofundar os seus conhecimentos nas áreas específicas em que já têm formação, optando por uma especialização ou atualização de conhecimentos, como forma de enriquecimento do currículo.

Em média, as pós-graduações podem custar entre três e sete mil euros, os mestrados um pouco mais e os MBA podem mesmo variar entre os 10 mil e os 30 mil euros, ou um pouco mais. Nesse sentido, há que fazer bem contas ao orçamento disponível, antes de avançar.

 

 

Se a opção passar mesmo pelo estrangeiro, então há nomes que são incontornáveis, tudo depende da área que se pretende; o Insead, a London Business School, o MIT e/ou a Kellogg são alguns dos que integram esta lista.




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