Formação de Executivos 2019 As contas no feminino ainda são diferentes

As contas no feminino ainda são diferentes

Impacto na carreira de homens e mulheres pela frequência de um MBA é diferente
As contas no feminino ainda são diferentes

O impacto na carreira de homens e mulheres, pela frequência de um MBA, continua a ser diferente. Se é certo que um e outro género ampliam as oportunidades de progressão na carreira e de aumento salarial, não é garantido que isso ocorra na mesma proporção.

 

 

O Financial Times comparou os salários de homens e mulheres frequentadores dos MBA listados no seu ranking após três anos e concluiu que elas levam para casa 80% do salário, comparativamente a um homem na mesma posição. A análise visou cargos de topo no mercado britânico e também permitiu concluir que as mulheres ainda estão em clara minoria neste tipo de cursos. Representam um terço dos participantes.

 

Quem faz um MBA?


Os perfis variam e as áreas de formação também, mas os alunos homens continuam a destacar-se

Os MBA estão entre as opções mais destacadas na formação para executivos. São procurados sobretudo por profissionais com funções de manager ou técnicos, de acordo com os dados recolhidos pelo ISEG, entre os participantes nas edições mais recentes do seu MBA Executivo. Cada uma destas categorias profissionais representa 56% dos alunos.

 

 

Quem faz um MBA nesta escola tem, em média, 37 anos e em quase metade dos casos vem das engenharias. A gestão, as ciências, a economia e o marketing são outras áreas de formação base comuns entre quem procura consolidar competências em negócios e administração e abrir horizontes para novas formas de pensar e agir no mundo dos negócios. Os números revelam ainda que a grande maioria dos alunos de MBA são homens (73%) e que trabalham sobretudo em serviços, nas forças armadas, na área financeira, na indústria, no sector das tecnologias de informação e telecomunicações, ou na saúde.

 

 

Na turma de 2019 do The Lisbon MBA, uma parceria entre a Católica Lisboa, a Nova SBE e o MIT, a média de idades é de 31 anos. Metade dos frequentadores do programa são portugueses e a outra metade estrangeiros, que chegam de países como os Estados Unidos, a Colômbia, o Brasil, Índia, Alemanha, Polónia, França, Bélgica ou Macau. 71% são homens e a maioria tem uma formação de base na área da gestão ou da economia (48%), os engenheiros têm também uma representatividade importante na turma (32%). Já as áreas profissionais que mais se fazem representar na última edição do programa são finanças, saúde, indústria, TI/telecom, turismo, imobiliário e lazer. Um terço dos participantes do The Lisbon MBA tem funções ligadas à estratégia e desenvolvimento de negócio, 22,5% à logística e outros tantos às finanças. Em média têm oito anos de experiência profissional.

Na versão executiva (pós-laboral), a média de idades do MBA do programa é de 37 anos e de experiência profissional de 13 anos.




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