Formação de Executivos 2019 Ensinar a pensar fora da caixa com atividades a condizer

Ensinar a pensar fora da caixa com atividades a condizer

Os programas curriculares da formação para executivos ganharam uma nova dinâmica nos últimos anos. Aulas de representação, padel, bootcamps e treino com as forças armadas são apenas alguns dos ingredientes.
Ensinar a pensar fora da caixa com atividades a condizer

Nos últimos anos, não foi só a oferta de cursos que mudou na formação para executivos. As metodologias associadas a este tipo de programas também se alteraram. Privilegiam cada vez mais formas de levar a realidade das empresas para dentro da sala de aula e a interação no terreno com diferentes realidades. As aulas abertas e master classes com gestores de empresas, empreendedores bem-sucedidos e especialistas em determinada área tornaram-se um ingrediente frequente dos programas mais amplos. As experiências internacionais posicionaram-se como um fator diferenciador, que na maior parte dos casos é operacionalizado em parceria com outras universidades.

Com Silicon Valley ou Xangai na agenda

Os exemplos sucedem-se. O MBA Executivo do ISEG inclui uma semana em Silicon Valley, com direito a participação em workshops, sessões de coaching, visitas e muito networking. A Católica Porto Business School também aposta em força neste conceito e o seu MBA Executivo inclui uma semana na ESADE em Barcelona, enquanto o MBA Atlântico se reparte pelo Porto, Luanda e Rio de Janeiro.

As semanas internacionais, direcionadas aos gestores que querem estudar de perto os mercados internacionais, começam também a figurar em algumas ofertas dirigidas ao segmento executivo. A Business School da Católica no Porto é uma das escolas com propostas deste tipo. A próxima vai passar por Hong Kong, Macau e Xangai.   

Outro tipo de atividades outdoor e "fora da caixa" ganham também cada vez mais espaço nestes programas, sobretudo nos MBA.

Voltando à Católica Porto Business School, quem faz o MBA Executivo da escola tem aulas de expressão dramática, faz vela, padel e participa num bootcamp de empreendedorismo social, que durante dois dias ensina a criar um guião para desenhar projetos de empreendedorismo social.

Quem frequenta o MBA do ISEG também passa pela representação, num workshop de teatro. Tem um fim de semana num campus da Força Aérea Portuguesa e outro na Escola Naval da Marinha para trabalhar estratégia, liderança e cooperação em equipa, além de outras atividades.

A tendência generalizada do mercado é aproximar cada vez mais este tipo de programas da realidade empresarial no dia-a-dia e as receitas para lá chegar têm sido as mais diversas. No terreno, é possível encontrar várias outras fórmulas.

 

Parcerias internacionais otimizam experiência

O The Lisbon MBA, da Católica Lisboa e da Nova SBE, também resulta de uma parceria com o MIT e na prática isso significa que quem participa no programa passará um mês em Boston, para uma imersão na MIT Sloan School of Management, com acesso a todos os recursos que a escola põe à disposição dos alunos.

O curso prevê a possibilidade de ter outras interações internacionais, através de projetos de cooperação com laboratórios internacionais e com outros alunos de MBA em diferentes partes do mundo. Esta é uma das opções para fazer cumprir os objetivos do programa na área da aprendizagem no terreno (action learning). Há mais duas que passam por um estágio de verão numa empresa ou pelo lançamento de um negócio próprio, e que deixam bem vincado o caráter prático e virado para o exterior dos MBA atuais.

Além destas iniciativas, o The Lisbon MBA dinamiza a interação de estudantes e profissionais de diversas áreas em fóruns, que preenchem cada sexta-feira com um portefólio alargado de pretextos para trabalhar soft skills. Entre os temas trabalhados por especialistas e coachers internacionais com os participantes no programa estão, por exemplo, a empatia, a criatividade, saber ouvir, gerir a diversidade ou criar alianças e redes.




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