Formação de Executivos 2019 Volatilidade dos mercados não surpreende alunos da Portucalense

Volatilidade dos mercados não surpreende alunos da Portucalense

Para capacitar os executivos com as competências adequadas e que lhes permitam interpretar os mercados atuais, a Portucalense aposta no alinhamento dos conteúdos com as reais necessidades dos formandos.
Volatilidade dos mercados não surpreende alunos da Portucalense
Cláudia Carvalho, administradora executiva de Marketing e Comunicação na Universidade Portucalense

Num mundo cada vez mais dinâmico, as universidades e as escolas de negócios têm de ser proativas e trabalhar com e para as pessoas e empresas. Assim, os programas de formação executiva da Universidade Portucalense (UPT) são anualmente analisados, tendo em conta o retorno dos formandos e ainda as sugestões dos parceiros empresariais, com os quais são organizadas reuniões periódicas para garantir que as estruturas dos cursos e os conteúdos programáticos vão ao encontro das necessidades reais de formação, preenchendo ou mesmo ultrapassando as expectativas dos formandos. "Questões como a promoção do multiculturalismo, proatividade, criatividade, capacidade de organização e de gestão do tempo, capacidade de comunicação, trabalho em equipa, gestão de relacionamentos e desenvolvimento da empatia são de facto competências que os programas de formação executiva da Portucalense trabalham intensamente", esclarece Cláudia Carvalho, administradora executiva de Marketing e Comunicação na Universidade Portucalense.

Há um mercado novo para estudar a cada dia

O mercado nunca sofreu de uma volatilidade tão grande como a que vive nos dias de hoje. Os estímulos vêm de todos os lados e ao ritmo de uma transformação digital que arrasta consigo todos os quadrantes da gestão, sendo imprescindível a qualquer gestor saber interpretar a evolução dos mercados para ajustar da melhor forma possível a sua estratégia de competências, criando diferentes cenários de decisão. Neste contexto, os profissionais reconhecem a importância de periodicamente atualizarem conhecimentos e competências, gerando uma procura crescente por este tipo de formação. Adicionalmente, o contexto dinâmico do mercado muitas vezes faz com que colaboradores de grandes empresas decidam enveredar pelo próprio negócio, seja por extinção do posto de trabalho ou despedimento, ou ainda por opção própria, faz com que essa necessidade seja ainda mais sentida. "A procura por cursos executivos que sejam uma mais-valia nesta fase é frequentemente uma opção para ganhar novas competências e conhecer novas ferramentas para conseguirem melhores resultados, novas formas de analisar e interpretar os problemas que surgem no dia a dia de trabalho", sustenta Cláudia Carvalho.

Alinhamento com as expectativas

De acordo com esta responsável, os currículos dos cursos das melhores universidades e escolas de negócios nacionais seguem tendências internacionais, pois a grande maioria dos desafios dos profissionais que procuram estes cursos é comum em Portugal, na Europa, nos Estados Unidos, em Singapura, ou em qualquer outra geografia. No caso da Universidade Portucalense, Cláudia Carvalho diz que há sempre uma atenção às novas necessidades formativas que profissionais e empresas vão sentindo, pelo que a atualização dos cursos, em termos de conteúdos, modelos e ferramentas, e da própria oferta formativa é uma constante. "Este ano temos um novo Short Master Executivo em Direito e Gestão, e uma nova Formação Aplicada: Dois Caminhos uma Estratégia – Transformação Digital. Adicionalmente, no presente ano letivo, lançámos um inovador programa de doutoramento em Ciências Empresariais, em parceria com cerca de duas dezenas de grandes empresas estabelecidas em Portugal, que visa dar resposta a desafios concretos das empresas", enumerou a responsável.

A oferta formativa avançada da Universidade Portucalense tem diversos cursos com elevado reconhecimento pelo mercado, como por exemplo o MBA para Gestores de PME, que iniciará a 11ª edição em outubro. No atual ano letivo, Cláudia Carvalho revela que o número de inscrições nos cursos não conferentes de grau (ou seja, todos os cursos além das licenciaturas, mestrados e doutoramentos) praticamente triplicou em relação ao ano letivo anterior.




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