MBA 2019 MBA Atlântico e MBA Executivo: programas únicos

MBA Atlântico e MBA Executivo: programas únicos

Católica Porto Business School tem propostas que marcam a diferença no mercado.
MBA Atlântico e MBA Executivo: programas únicos

Para ajudar os participantes de um MBA a obter competências de gestão para dar o almejado salto na carreira profissional, a Católica Porto Business School oferece o MBA Atlântico e o Novo MBA Executivo. No que diz respeito ao primeiro, é um programa único e diferente de qualquer outra oferta existente no mercado. "É um MBA full-time que se divide entre Porto, Luanda e Rio de Janeiro, com um trimestre residencial em cada um dos países deste triângulo atlântico. A missão do MBA Atlântico é formar gestores e quadros vocacionados para a internacionalização através do espaço da língua portuguesa", explica Ana Côrte-Real, associate dean da Católica Porto Business School.

 

A internacionalização é um pilar deste MBA e o facto de a turma ser constituída por alunos destas geografias e de Cabo-Verde, Moçambique e Guiné cria uma rede de diplomacia económica lusófona que abre novas oportunidades a quem o frequenta. A construção de uma rede de cooperação junto das empresas, aproveitando sinergias conjuntas, potencia o desenvolvimento de conhecimentos adquiridos.

 

Ana Côrte-Real informa também que o programa vive com a contribuição de parceiros empresariais, de apoiantes de disciplinas como "a PLMJ e a KPMJ, e de parceiros institucionais que reforçam a comunicação do programa nos diferentes países". É o caso da AICEP Portugal Global, Associação Comercial do Porto, Câmara de Comércio, entre vários outros.

 

Para o MBA Atlântico, a faculdade procura jovens com reduzida experiência profissional (mínimo de três anos) e em início de carreira, pois terão de suspender a atividade profissional durante a realização do programa e estar disponíveis para residir nos três países. "A experimentação profissional do que aprendem em sala de aula é conseguida através do envolvimento dos parceiros empresariais em várias atividades e iniciativas, destacando-se o ‘field project’", sublinha e prossegue: "Pretendemos formar gestores completos, que poderão ser os líderes do futuro, com uma visão abrangente dos negócios. E têm de ser capazes de compreender as dinâmicas económicas, sociais, políticas, culturais, artísticas e científicas e as suas implicações para as opções e estratégias empresariais, proporcionando-lhes todas as condições para desenvolver as competências necessárias ao exercício da atividade de gestão num mercado global e em constante mudança."

 

Está agora a decorrer a 8ª Edição do MBA Atlântico, que começou em janeiro, no Porto. O segundo trimestre, com início em maio, decorrerá em Luanda e segue-se o último trimestre no Rio de Janeiro. No final do programa, os alunos apresentam o Projeto – Plano de Negócios no Rio de Janeiro, onde também decorre a cerimónia de encerramento.

 

Já o novo MBA Executivo foi redesenhado, assentando numa nova proposta para racionalizar o papel das empresas, da gestão e dos gestores na economia. "Trata-se de um projeto de escola, que não se esgota no MBA enquanto programa de formação de executivos, mas que se propõe desenvolver na universidade uma plataforma inovadora de ‘investigação–aprendizagem–ensino’."

 

Nesse sentido, as principais alterações no MBA Executivo são as seguintes: criação de um Clube de Empresas; avaliação 360 graus de cada participante, no início e no final, do MBA; nova estrutura curricular assente em três blocos – Starting a Business, Nurture and Grow e Master and Sustain; novo formato de funcionamento; semanas internacionais; criação de uma equipa tutorial de oito professores; manutenção do reforço das soft skills.

Resumidamente, Ana Côrte-Real sistematiza uma breve descrição de cada alteração acima apresentada.

 

  1. Criação de um Clube de Empresas;

 

A ideia de que as escolas de gestão funcionam como "aceleradores" de conhecimento por via da sua capacidade para sistematizar e estudar práticas e experiências empresariais levaram-nos a idealizar o Clube de Empresas, como uma interface universidade – empresa, uma plataforma de residência de vários projetos que partilham em comum o envolvimento das empresas no processo de formação e desenvolvimento dos gestores, tendo em vista profissionais mais bem preparados para as empresas.

 

O Clube de Empresas é composto por 17 empresas que irão assegurar as visitas de estudos, sessões de contacto com os seus CEOs, participação no Conselho Consultivo do MBA, participação em seminários e fornecimento de casos de estudo que suportarão os projetos de parte dos módulos letivos. O Clube de Empresas do MBA Executivo é constituído por: Alves Bandeira, Amorim, Attentive.us, Brasmar, Colep, Doctor Gummy, EDP, Kirchhoff, Liminal, MDS Group, Nors, Parfois, Ramirez, Schmitt, Sogrape, Sonae e Yeatman.

 

 

  1. Avaliação 360 Graus de cada participante, no início e no final, do MBA;

 

A realização de um MBA tem, naturalmente, o objetivo de desenvolver as competências técnicas, mas tem, igualmente, o objetivo de desenvolvimento pessoal. De forma a tangibilizar o outcome do percurso do MBA Executivo da Católica Porto Business School, passaremos a incluir, no início e no fim, uma avaliação 360º. Esta avaliação pretende desenvolver competências sociais-relacionais. Através deste diagnóstico 360º ("A minha liderança"), cada participante melhora o conhecimento de si próprio/a e acede a uma sessão de coaching personalizado.

 

  1. Nova estrutura curricular assente em três blocos;

 

O currículo foi pensado no pressuposto de que, sendo as empresas organizações sociais (eficientes para a produção), movem-se num contexto – que muitos referem vagamente como "ecossistema" – que é impactado pelas instituições – formais e informais – que governam a sociedade e pela tecnologia. A sua existência é conceptualizada como um conjunto de contratos que, quando tomados como um todo, definem e delimitam o perímetro da empresa.

 

Esta formulação de empresa condiciona, em muito, a abordagem que propomos para o ensino e a prática da gestão. Para começar, enformam uma visão sobre o nascimento, o crescimento e a morte das empresas. Em nosso ver, sustentam explicações para a diversidade de soluções empresariais – ou seja, de modelos de negócio – que encontramos, na prática, internacionalmente e, quando não muitas vezes, dentro do mesmo país.

 

Os 3 Blocos que constituem o MBA Executivo são: 1) Starting a Business: 2) Nurture and Grow; 3)Master and Sustain.

 

Starting a Business

 

O empreendedorismo pode ser encarado como uma procura de alternativas – ou modelos de negócio – para satisfazer uma procura latente. Conceptualmente, de um ponto de vista estritamente económico, é um processo tentativa-erro de alcançar soluções mais eficientes, isto é, que nos aproximam da fronteira de possibilidades de produção, ou provocam mesmo a sua expansão. Para um empreendedor nestas circunstâncias, as ferramentas essenciais da gestão consistem em métricas de eficiência, de criação e repartição de valor. De forma simplista, a linguagem dos negócios.

 

Nurture and Grow

 

O aperfeiçoamento do modelo de negócio é um passo natural quando a proposta de valor ultrapassa as fronteiras da ideia, resiste ao teste de mercado e se torna evidente a necessidade enfrentar a complexidade da organização. Tal passa por compreender as interações nos vários mercados em que a empresa atua e uma melhor compreensão do seu "eu" interior, construindo um sistema de recolha e tratamento de informação consistente com a sua proposta de valor – i.e., a ética dos negócios, se esta for entendida como uma reflexão profunda sobre a criação e a repartição do valor, para o qual a empresa existe.

 

Master and Sustain

 

Quando alcançada a escala eficiente de produção e uma adequada distribuição de riscos, a atitude da empresa passa para a garantia de continuidade de negócio, numa permanente atenção aos riscos estratégicos, que acarretam a necessidade da empresa se reajustar e – em períodos de maior turbulência – se reinventar para responder a um novo paradigma. Tem-se por objetivo deste módulo pensar para além da empresa, do espaço e do tempo mais próximos. É o desafio da sustentabilidade da empresa perante a alteração (ou ameaça de alteração) do contexto. Nele deveríamos ser capazes de ensaiar discussões emergentes, numa lógica de ensaio e experimentação.

 

  1. Novo formato de funcionamento;

 

A alteração do funcionamento teve como base a motivação de permitir aos seus participantes uma melhor compatibilização da sua vida profissional com a vida pessoal e uma maior imersão nos processos de aprendizagem.

 

Neste sentido o funcionamento do MBA Executivo passará a decorrer de forma intensiva 1 vez por mês (quartas, quintas, sextas-feiras todo o dia, e sábados de manhã), o que face ao modelo habitual que funciona todas as semanas, sextas-feiras todo o dia, e sábado de manhã, implica menos 1 dia útil por mês, e ocupa apenas 1 sábado e não os 4 sábados por mês. Desta forma no período de aulas os alunos imergem na Escola, e depois poderão gerir melhor o tempo de estudo e preparação das aulas nos fins de semana sem aulas. Durante as três semanas sem aulas os alunos, divididos por grupos de trabalho, beneficiarão de acompanhamento tutorial por parte da equipa de professores.

 

A duração do MBA executivo será de 2 anos.

 

  1. Semanas Internacionais

Cumprindo o objetivo de exposição internacional dos alunos do MBA o novo MBA Executivo manterá a sua semana de encerramento na ESADE, parceira da Católica Porto Business School há muitos anos. A semana de Barcelona da´ atenção a` realidade global de uma empresa. Trata-se aqui de proporcionar aos alunos uma experiência interativa que integra os conceitos mais relevantes da Gestão Estratégica, num jogo de simulação, acompanhado pelo corpo de professores da ESADE, que ajudara´ os alunos a refletir estrategicamente sobre as várias opções empresariais.

 

A outra semana de imersão internacional será efetuada em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Luso Alemã que organizará um road-show de visitas a empresas, em diferentes locais, e de diferentes setores, de forma a que os alunos percebam as diferentes realidades da Alemanha.

 

  1. Criação de uma Equipa Tutorial de 8 Professores;

 

Numa perspetiva de que o MBA é um programa generalista que cobre as diferentes áreas da gestão, o novo MBA Executivo, para além do seu Diretor de Programa Científico, terá uma equipa de Professores de Gestão de Operações, da área da Estratégia e de Inovação, de Finanças, Capital Humano e Marketing. Esta equipa além de ser responsável pela coordenação de conteúdos em cada área de conhecimento, será a equipa que trabalhará com o Clube de Empresas de forma a definir, conjuntamente, os casos de estudo a aplicar nos diferentes módulos. Esta equipa será também quem irá acompanhar de forma tutorial os alunos ao longo do curso. 

 

  1. Manutenção do reforço das Soft- Skills.

 

A diferenciação de um Gestor passa, cada vez mais, por desenvolver a sua sensibilidade em temas complementares a` dimensão mais técnica – as chamadas soft skills – e também por desenvolver um olhar crítico sobre o seu percurso e sonhos pessoais e profissionais.

 

Neste sentido o MBA reformulado irá manter a intervenção da Dynargie no âmbito do Soft Skills Portfólio, ainda que assente numa nova metodologia.

 

Transversal a` frequência deste programa teremos vários Workshops conduzidos pelo Career and Development Office, oferecidos numa lógica opcional, e que abordarão temas como: linkedin, elaboração de CVs, preparação para entrevistas, entre outros.

 

No âmbito das soft skills são incluídas atividades de teambuilding assentes na Vela, em parceria com a BBDouro, em padel ténis, em parceria com a Quinta de Monserrate e Expressão Dramática, que será conduzida pelo Crassh Group.

 

O "fazer" e o "ser"

 

Durante anos – relembra Ana Côrte-Real –, o foco dos MBA foi o reforço das capacidades analíticas e dos conteúdos académicos na gestão, levando a menos tempo dedicado às competências de gestão, atitudes e senso de propósito e de identidade dos seus estudantes.

 

Neste âmbito, o que distingue o novo MBA da Católica Porto Business School é a passagem da perspetiva do "saber" para adicionar o foco do "fazer" e do "ser". "Os nossos MBA diferenciam-se também pelo facto de serem pensados no âmbito da missão, competências e objetivos não só da Formação Executiva, mas da Universidade Católica Portuguesa. O que nos distingue é que sem esquecer o ‘saber’, os nossos MBA, pela ligação ao Clube de Empresas no MBA Executivo e com base num corpo docente de excelência, conseguem reforçar o ‘fazer’ e o ‘ser’ com base em novos métodos pedagógicos, action learning, exercícios e reflexões sobre casos reais."

 

Ana Côrte-Real recorda que a gestão não é só "saber". E os MBA da sua faculdade afirmam este "saber" com base em frameworks aplicáveis à realidade das empresas, ajudando os alunos a traduzir as teorias em práticas. "Mas como o ‘ser’ é fundamental, os nossos MBA diferenciam-se pelo foco que têm no desenvolvimento pessoal do aluno", pois o "fazer" será insuficiente sem o autoconhecimento e sem uma profunda relação dos valores e das crenças que surgem do desenvolvimento do "ser". Daí a aposta nas "soft skills, na metodologia de avaliação 360º e na parceria com a Dynargie".

Próximos das empresas

 

Um dos eixos estratégicos da Católica Porto Business School é a relação com as empresas, registando-se muitas formas e iniciativas junto dos parceiros empresariais. As empresas participam "na avaliação da adequação dos programas de formação de executivos", acolhem propostas "de projetos de investigação, visitas de estudo, iniciativas e desenvolvimento de casos de estudo para apoio ao ensino", participam em "seminários" e possibilitam o "encontro" de alunos com CEO ou diretores.

 

Já a transferência de conhecimento para os alunos faz-se através do CEGEA – Centro de Estudos em Gestão e Economia Aplicada, que presta serviços de consultoria aplicada nas áreas da economia e da gestão. E também dos Labs, mais concretamente: o LeadLab e o SLab, "centros de investigação aplicada nas áreas da liderança e da gestão dos serviços, respetivamente".

 

Existe ainda proximidade com as empresas nas questões de empregabilidade, nomeadamente:

 

. Recrutamento, através do apoio na divulgação de ofertas, triagem inicial e referenciação de perfis para oportunidades de carreira, além da disponibilização de instalações para realização de entrevistas a alunos/alumni da escola, caso se justifique;

 

. Eventos, com a integração e a presença das empresas nos diferentes eventos de carreira e recrutamento disponíveis: Connecting with Business e Career Day for Executives;

 

. Iniciativa Católica Porto Business School Convida Empresas, uma estratégia da escola de aproximação universidade-empresa, que pretende reforçar as pontes entre teoria e prática, mostrando a aplicabilidade e a pertinência dos conteúdos lecionados nas diferentes disciplinas.







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