Mobilidade Elétrica 2019  Portugueses são os que mais acreditam na mobilidade elétrica

Portugueses são os que mais acreditam na mobilidade elétrica

Conclusão dos dados de um estudo deste ano.
Portugueses são os que mais acreditam na mobilidade elétrica

A percentagem não engana! Segundo o Observador Cetelem 2019, Portugal é o país da Europa Ocidental que mais acredita no futuro do veículo elétrico (VE). O estudo "O Mistério do Veículo Elétrico" demonstra que 94% dos portugueses inquiridos no trabalho reconhecem o VE como fortemente ecológico. E também 94% dos portugueses concordam que a utilização massiva de veículos elétricos nas zonas urbanas densas permitirá reduzir significativamente a poluição.

 

Todavia, os portugueses consideram que estes veículos são muito caros, pelo que estão entre os que mais pedem apoios estatais.

 

Continuando na realidade portuguesa, o Observador Cetelem 2019 indica que 31% dos portugueses inquiridos demonstram a intenção de comprar um VE nos próximos 12 meses. A média mundial é de 27%. Já nos próximos cinco anos a percentagem de portugueses que têm a intenção de comprar este tipo de veículo sobe para 45%. A média mundial é de 43%.

 

Os principais motivos que os portugueses encontram para não adquirirem um VE são, por esta ordem: é muito caro; a autonomia não é suficiente; demora muito tempo a carregar. Quanto aos elogios e o que dizem os consumidores nacionais de um VE: é ecológico; é silencioso; e é moderno, é o futuro.

 

Este estudo anual sobre o setor automóvel que foi feito à escala mundial, envolvendo 16 países, revela que muito se evoluiu entre a edição de 2012 e a atual, de 2019. As tecnologias, as infraestruturas e o enquadramento regulamentar do VE progrediram, assim como as perceções e as intenções das famílias. Mas o preço de compra e a autonomia permanecem como os principais entraves à adoção de um VE e não apenas em Portugal.

 

Na conclusão do estudo pode igualmente ler-se que, em alguns locais do mundo, as vendas encontram-se numa tendência ascendente, mas para que se generalize é fundamental ter apoios estatais, apoiar o desenvolvimento de infraestruturas de carregamento, implementar frotas de partilha  de automóveis elétricos e inovar e progredir no que diz respeito à tecnologia das baterias.

 

Com todas as condições reunidas, o VE vai levantar voo e irá oferecer as vantagens prometidas em termos de economia e de ecologia. Mas será ilusório, inútil e mesmo perigoso esperar e exigir uma hegemonia total do VE e o desaparecimento dos veículos de combustão. A Noruega, onde estão reunidas as condições económicas, técnicas e sociais há vários anos para maximizar as vendas de VE, demonstra que os veículos de combustão não recarregáveis seduzem ainda um automobilista em cada dois.




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