Start-ups 2018 PME Investimentos já apoiou em mais de 22 mil milhões de euros a economia nacional

PME Investimentos já apoiou em mais de 22 mil milhões de euros a economia nacional

Sociedade financeira pública é um parceiro precioso das start-ups.
PME Investimentos já apoiou em mais de 22 mil milhões de euros a economia nacional

Presente no mercado de financiamento às empresas há quase 30 anos, a PME Investimentos (PMEI), sociedade financeira pública supervisionada pelo Banco de Portugal, apoia o desenvolvimento de instrumentos financeiros inovadores, proporcionando às organizações nacionais condições de financiamento e investimentos equivalentes às melhores referências internacionais. Nestas praticamente três décadas, a PME Investimentos já apoiou "em mais de 22 mil milhões de euros" a economia nacional, explica Marco Fernandes, CEO da PMEI, através da gestão de fundos especiais de investimento e veículos de políticas públicas para apoio ao financiamento das empresas, na dupla vertente de capital próprio e crédito, com base em recursos nacionais e da União Europeia/FEDER.

 

A PMEI tem várias ferramentas ao seu dispor. Marco Fernandes informa que através do FINOVA, o holding fund criado no âmbito do QREN para os instrumentos financeiros, a sociedade financeira pública tem a seu cargo a gestão de "22 Linhas de Crédito - sete delas activas actualmente - em parceria com toda a banca e o Sistema Nacional de Garantia Mútua". "Gerimos ainda na área de capital o investimento em 18 fundos de capital de risco de VC e PE, duas linhas de business angels e três fundos de capital de risco Revitalizar Norte-Centro-Sul". E prossegue: "Gerimos um fundo público de private equity e um Fundo de Sindicação que, entre outros investimentos, co-investe com o FEI e os bancos nacionais no PVCi, que investiu mais de 300 milhões de euros em PME e midcaps portuguesas. Nestes instrumentos acima gerimos cerca de mil milhões de euros actualmente, 700 milhões em fundos de dívida e 300 milhões de capital."

 

A PMEI abriu ainda recentemente as candidaturas ao novo fundo de co-investimento 200M (ver texto na página ao lado). E ainda esta semana foi igualmente formalizado por despacho do Governo a entrega para gestão à PMEI do "Fundo de Inovação Social no valor de 84 milhões de euros com instrumentos de dívida e de capital para a economia social e de impacto".

 

Investimento

 

A PMEI investiu mais de 15 milhões de euros em start-ups nacionais este ano. Marco Fernandes começa por referir que o fundo de co-investimento 200M já concretizou uma operação numa start-up portuguesa, cujo investimento "foi de 5 milhões de euros", em co-investimento com uma empresa sueca, que investiu igualmente cerca de 5 milhões de euros na mencionada start-up.

 

Quanto aos restantes fundos sob gestão, dois deles são fundos de fundos – FINOVA e Fundo de Sindicação –, que disponibilizam instrumentos de capital para apoio de start-ups nacionais. Encontrando-se já no 2.º ciclo de investimento, durante o ano de 2018 os mencionados instrumentos de capital "investiram mais de 10,5 milhões de euros em start-ups portuguesas".

 

Sobre o dinheiro investido nas start-ups portuguesas, explica que a PMEI gere quatro fundos, dos quais três disponibilizam instrumentos de capital para investimento em start-ups portuguesas. Sendo um deles o fundo 200M, os outros dois – FINOVA e Fundo de Sindicação – actuam como "fundos de fundos e directo, o que permite alcançar níveis de alavancagem do dinheiro público muito interessantes". "Desta forma, com o apoio destes fundos sob gestão, foram canalizados para a economia, ao longo dos últimos 15 anos, cerca de 766 milhões de euros, que foram investidos em mais de 500 start-ups".


1.000 milhões de euros gere actualmente o PMEI

766 milhões de euros foraa investidos e mais de 500 start-ups nos últimos 15 anos

15,5 milhões de euros investidos em start-ups nacionais este ano


Web Summit, unicórnios e muito mais

Marco Fernandes diz que o ecossistema das start-ups no nosso país "evoluiu muito nos últimos anos a todos os níveis", como o comprova o facto de players internacionais como a "Second Home de Londres ou a Factory Berlin" verem Portugal como um alvo. A Web Summit e a existência do primeiro IPO com raízes nacionais – da Farfetch – e os unicórnios Outsystems e Talkdesk ajudam a dar essa imagem de inovação. Neste momento, está-se na fase do desafio de trazer para Portugal "os melhores investidores de capital de risco e empreendedores e empresas". "O fundo 200M tem aqui a sua nobre missão de ajudar nesse processo", recorda.




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