Alexandre Real
Alexandre Real 10 de abril de 2019 às 10:30

E-liderança, e-equipas, e-colaboradores

Hoje a presença física em determinados contextos começa a perder importância. Esta mutação tem muitas implicações, uma delas é a extinção dos chefes que perdem o poder do controlo direto e territorial, em contrapartida contribui para o surgimento de verdadeiros líderes.

A mutação do conceito de espaço na atualidade empresarial é uma realidade.

 

Hoje a presença física em determinados contextos começa a perder importância. Esta mutação tem muitas implicações, uma delas é a extinção dos chefes que perdem o poder do controlo direto e territorial, em contrapartida contribui para o surgimento de verdadeiros líderes.

 

A liderança em certas realidades tende a ser cada vez mais e-liderança, a influência tende a exercer-se através do virtual e apenas presencial pontualmente. Para exercer-se a e-liderança os líderes tem que confiar mais, deixarem de fazer a micro-gestão e focarem-se na macro-gestão e na devida avaliação dos resultados.

 

Com a e-liderança advém as e-equipas, equipas que trabalham em ambiente virtual e que também tem as suas características próprias, tal como uma necessidade extrema de ter ferramentas que fomentem uma comunicação eficaz.

 

Outra categoria que também cresce na atualidade são os e-colaboradores, que maioritariamente trabalham a partir de casa. Esta forma de trabalho exige uma auto-disciplina enorme e uma excecional capacidade de auto-motivação.

 

A acompanhar todas estas tendências haverá sempre duas palavras chave que são fundamentais para uma excelente performance no futuro: gestão da mudança.

 

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