David Bernardo
David Bernardo 28 de outubro de 2018 às 16:20

A Nova é linda por fora e por dentro 

Graças à Nova, entendi que a educação faz parte da minha missão de vida e é a principal ferramenta para mudarmos o mundo.

Dizem que a primeira vez nos marca. Em 2012 tive um convite para dar aulas na Nova SBE, algo que nunca tinha pensado em fazer. Graças à Nova, entendi que a educação faz parte da minha missão de vida e é a principal ferramenta para mudarmos o mundo. Seis anos depois dou aulas em várias partes do mundo e tenho a minha própria escola no México, mas a Nova tem um lugar importante no meu coração e estou eternamente agradecido.

 

A Nova está num grande momento. O novo campus de Carcavelos, onde já dei aulas em Setembro, é impressionante. Não só bonito, mas funcional. A forma como o projeto foi feito é brilhante, em especial para Portugal. Cinco anos desde a conceção até ao lançamento, algo inédito considerando só os licenciamentos habituais, a forma como o financiamento foi feito, a aliança com os privados e com a Câmara de Cascais. Todos os elogios que têm sido feitos, nos muitos artigos publicados, são mais do que merecidos. 

 

Mas esta beleza exterior reflete o interior, uma organização que funciona, uma atitude empreendedora e focada nas soluções em vez de problemas, só possível graças a uma grande cultura e liderança. Não podendo mencionar todos, tenho uma grande admiração pelo Daniel Traça, Pedro Santa Clara e a Rita Campos e Cunha. Mas esta admiração vai mais longe e a toda a equipa escolar e administrativa que gere os complicados horários dos professores, alunos, inscrições e todos os serviços que muitas vezes parecem invisíveis, mas sem os quais uma instituição não funciona. Há um nível de dedicação e um foco na experiência do aluno que a maioria das empresas privadas ambicionam ter. A nível de professores existe uma combinação entre talento académico e mundo profissional. Como professor é muito recompensante. A escola dá-nos liberdade para criar e experimentar com novos programas e pensar fora da caixa.

A forma como o financiamento foi feito com a fundação e junto de empresas particulares demonstra a relação que a universidade tem com o mundo empresarial. Esta proximidade permite que os programas sejam mais adaptados à realidade empresarial e ao mundo profissional, uma crítica frequente ao ensino. Com o novo campus e os programas de inovação, a Nova está cada vez mais a posicionar-se como uma alternativa a parte da inovação interna das empresas. Todos beneficiam, a universidade fica mais prática e ajustada às necessidades do mercado (e com novas fontes de receita), os alunos têm experiências mais relevantes e as empresas acesso a inovação, tantas vezes difícil ou impossível de realizar internamente.

E tudo isto resulta na capacidade de atrair alunos excelentes, com uma grande diversidade. É normal ter 60% de estrangeiros numa aula. O novo campus com a localização na praia vai ainda aumentar a capacidade de atrair melhores alunos e professores (admito que, como os alunos, levo a prancha de surf no carro para ir surfar a seguir às aulas).

Mais do que limitar e apoiar o desenvolvimento de bons profissionais, a Nova está a formar grandes pessoas que serão os líderes do futuro. Acredito que já é uma das melhores faculdades a nível mundial e que os próximos anos vão consolidar ainda mais esta posição.

 

Nota: ao reler o artigo dei-me conta de que parece que estou a dar "graxa" e tentei ser mais crítico. Naturalmente não é uma organização perfeita, como nenhuma é, mas sabe enfrentar os desafios (como se viu no caso do campus) e continua a melhorar. Por isso, elogios a quem os merece… porque a verdade é que a Nova é linda por fora por dentro.    

 

Partner litsebusiness.com e professor de e-commerce e marketing digital na Nova SBE

 

Artigo em conformidade com o novo Acordo Ortográfico 

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