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André  Veríssimo
André Veríssimo 31 de julho de 2019 às 23:00

A teoria da relatividade legal 

O argumento de Augusto Santos Silva para defender o Governo no caso do filho do secretário de Estado da Proteção Civil que tem negócios com entidades públicas é de que "a interpretação literal fechada da lei de 1995 conduziria ao absurdo".

Não fica bem a um governante dizer que a lei não é para ser levada à letra, mesmo sabendo nós das subtilezas e nuances interpretativas que fazem as delícias e a arte do Direito. É uma resposta arrogante

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