Cronista
Celso Filipe Diretor-adjunto

Nasceu em 1964 e é atualmente diretor-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a atividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redação. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Celso Filipe Lágrimas de crocodilo 16.09.2019 Celso Filipe
David Cameron quis o referendo para se legitimar politicamente. Os britânicos trocaram-lhe as voltas e censuraram-no através de um referendo. Ou seja, ele fez exatamente o mesmo que Johnson, usou o Brexit para o ajudar na sua carreira política.
Celso Filipe Os estímulos e a política 11.09.2019 Celso Filipe
Os estímulos económicos têm sido uma recorrência desde a crise financeira de 2008. Na altura, os Estados Unidos reagiram rápido e mitigaram os efeitos provocados, sobretudo, pela falência do Lehman Brothers. Na Europa, o banco central foi mais lento na resposta e essa circunstância originou um retardamento do processo de recuperação.
Celso Filipe Um exame antiespuma 09.09.2019 Celso Filipe
Vivemos num período em que a comunicação instantânea se instalou, refastelada, no sofá do mediatismo. Por estes dias, vale a última frase, o esfíngico "soundbite" que tanto pode ser a garantia do sucesso como o bilhete sem volta para o inferno.
Celso Filipe O Brexit de João Pinto 04.09.2019 Celso Filipe
João Pinto, o defesa-direito que jogou no FC do Porto entre 1981 e 1997, clube pelo qual conquistou mais de uma dezena de títulos, teve a seguinte tirada, sagaz e irrefutável, quando lhe perguntaram sobre o que aconteceria num determinado encontro: "Prognósticos só no fim do jogo."
Celso Filipe A arritmia do mundo 02.09.2019 Celso Filipe
Curiosamente, neste mundo global, aquilo que mais nos continua a tocar é a proximidade ou a perceção de um qualquer acontecimento nos atingir de forma grave.
Celso Filipe O acordo! Qual acordo? 01.09.2019 Celso Filipe
António Costa, na passada semana, afastou a possibilidade de formar um governo de coligação com o PCP e o Bloco de Esquerda. Não podia ser de outra maneira. Se nesta legislatura não existiu, por que razão deveria acontecer após as eleições legislativas de 6 de outubro?
Celso Filipe A suspensão da democracia 28.08.2019 Celso Filipe
Segundo Winston Churchill, o carismático primeiro-ministro britânico, "a democracia é a pior forma de governo, com exceção de todas as demais". Boris Johnson, o atual chefe de governo britânico, acha que não. Ou melhor, considera que a democracia pode ser uma chatice quando colide com a sua estratégia, que por estes dias passa por conduzir a Reino Unido a um "hard" Brexit.
Celso Filipe Dois coelhos com uma Elisa só  27.08.2019 Celso Filipe
António Costa foi, no domingo, bafejado com a sorte grande, em forma de editorial elogioso do insuspeito Financial Times, que o classifica como "sagaz". O primeiro-ministro encarregou-se de confirmar esta apreciação, materializando-a na indicação de Elisa Ferreira para comissária europeia.
Celso Filipe Pior o elogio que o soneto 26.08.2019 Celso Filipe
A entrevista de António Costa ao Expresso causou um natural frisson pela frase com que o primeiro-ministro definiu o Bloco de Esquerda (BE) e o PCP, parceiros de geringonça, atribuindo-a a um amigo: "O PCP é um verdadeiro partido de massas, o Bloco é um partido de ‘mass media’. E isso torna os estilos de atuação diferentes."
Celso Filipe Amazónia sem poesia 25.08.2019 Celso Filipe
"Cherchez la femme." A expressão, escrita por Alexandre Dumas (pai) no livro "Os Moicanos de Paris", transformou-se num lugar-comum das histórias policiais, em que o motivo de qualquer ato, independentemente da natureza, é quase sempre uma mulher.

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