Weekend Para a boca, só de Paris
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Para a boca, só de Paris

Nos poemas de Villon, batemos de frente, boca contra boca, com o infecto esplendor do humano: o crime, a dissolução moral, um humor que roça a negra sordidez.
Para a boca, só de Paris
Manuel S. Fonseca José Tiny - Ilustração 30 de junho de 2019 às 10:00

De François Villon, poeta francês do século XV, não há "selfies" e sabe-se tão pouco. Órfão de pai, nasceu estava a clerezia a atirar a milagrosa Joana d'Arc para a fogueira. Eram maus tempos para

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